e não é de natureza orçamental. Do mesmo modo que o Lloyd Cole olhou para a sua carreira através dos hotéis onde foi ficando, que tal fazer o mesmo exercício a propósito dos programas televisivos por onde foi passando.
Aqui podemos vê-lo por altura de um dos melhores álbuns que fez (aí por volta de 1994, não sei precisar bem), num programa que aparenta ser particularmente inspirador e tudo ocorre, ficamos a saber, às 7.58 da manhã. O que vale é que hoje, provavelmente, já nem o convidam para ir à TV. (é tão bom que nem dá para fazer embed, pelo que têm mesmo de seguir o
link)